“O trabalho de Jorge Molder é sobre a duplicidade.
Esta duplicidade parte de uma ficção sobre um outro, personagem que o artista constrói a partir da utilização do seu próprio corpo em auto-retratos. De facto, as fotografias em que Jorge Molder usa o seu próprio corpo – ou o seu rosto – deixam de ser auto-retratos, porque a figura que neles surge não resulta de nenhuma busca de autenticidade no interior do seu autor, mas, pelo contrário, são figuras ficcionais.”
Delfim Sardo in Jorge Molder, Editorial Caminho, Lisboa.
Jonás Bel do colectivo NOPHOTO documenta a exposicão de Jorge Molder na Fundación Telefónica (2006).
Colectivo de fotógrafos NOPHOTO. NOPHOTO es una oficina de proyectos visuales NO convencionales … ler mais
“NOPHOTO busca subvertir el concepto de postal y la relación de éste con la representación de una determinada ciudad. Los miembros que participan en este proyecto indagan, cada uno de manera personal e independiente, en la reconstrucción de la identidad de la ciudad de Madrid a través de una colección de NOPOSTALES.”
“Das experiências cronofotográficas de análise do movimento de Eadward Muybridge e Etienne-Jules Marey, ao final do século XIX, às imagens obtidas por sistemas robóticos no planeta Marte no início deste século, a fotografia se faz presente e seu uso é recorrente em diversas áreas de pesquisa, tais como biologia, antropologia, arqueologia, astronomia, entre inúmeras outras.”
A manipulação fotográfica, por métodos analógicos ou digitais, tem sido constante ao longo do tempo.
Nesta página web, da autoria de Hany Farid , podem ser vistas algumas das fotografias, de 1860 até aos nossos dias, que foram sujeitas a falsificações: Photo Tampering Throughout History
No artigo publicado na revista Scientific American Magazine
Digital Image Forensics, Hany Farid descreve algumas técnicas periciais usadas para detectar imagens manipuladas.