Alberto García-Alix

Fotografia de Alberto García-Alix
“(…)
Fotografiar exige un paso al frente. Posicionarse frente a lo que se mira. También mirarse.
(…)”
in Una perpetua fuga, texto de Alberto García-Alix no jornal El País.

Fotografia de Alberto García-Alix
“(…)
Fotografiar exige un paso al frente. Posicionarse frente a lo que se mira. También mirarse.
(…)”
in Una perpetua fuga, texto de Alberto García-Alix no jornal El País.
“Chema Madoz Ilusionista y prestidigitador” – Txus Tejado
Entrevista de Chema Madoz ao Canal Sur 2

Fotografia de Bernard Plossu
“El archivo de Huesca de Plossu relata la experiencia del viaje. El fotógrafo es muy consciente de que el paisaje que trata de capturar nada tiene que ver con distancias y medidas, sino con la práctica de andar y mirar, con el modo en que los elementos se relacionan entre sí, con el observador y con la experiencia del lugar. Su paisaje es subjetivo, a veces casi invisible, consecuencia de la experiencia paisajera.”
Exposição “País de Paisajes” de Bernard Plossu
no Centro de Arte y Naturaleza, Fundação Beulas, Huesca, Aragão, Espanha. Até 14 de Junho.
A exposição e o vídeo
As fotografias de Eve Arnold:
no site da Magnum
John Tusa entrevista Eve Arnold:
BBC Radio 3
Eve Arnold & Marilyn Monroe
A tomada de posse de Barak Obama:
Newsweek
O site:
Elliott Erwitt
Entrevistas:
Elliott Erwitt entrevistado por Barbaralee Diamonstein-Spielvogel para a série Visions and Images: American Photographers on Photography (1980-1982).
Duke Digital Collections
“Qualquer que seja o modo por que o faz, a fotografia coloca sempre problemas de semelhança. Trata-se de criar e de reconhecer a relação entre uma coisa que se tornou imagem e a própria imagem.”
Maria Filomena Molder
in catálogo da exposição Bernard Plossu 1963 – 1993, AFAA e Bernard Plossu, 1994.
“Como definir o que nos prende em certas imagens? Parecem resumir situações em que não participámos, mas em que poderíamos ter estado envolvidos. Solicitam-nos, são verdadeiras, mas engrenam em ficções, franjas no limite do real e aproximam-se dos sonhos. Acrescentam dimensão imaginária à força que sobre nós exerce aquilo que foi. É preciso ir mais além do que pode ser reconhecido. Nem as cenas nem as paisagens estão petreficadas ou congeladas; o ar circula entre os seres e as coisas.”
Philippe Arbaïzar
in O País da Poesia – Bernard Plossu, Centro Português de Fotografia, 1999.
Alguns catálogos referentes a exposições de Bernard Plossu:
(ficheiro pdf)
American Photography in France since World War II: Was France Liberated by the United States?:
(ficheiro pdf)
Kempf, Jean (1994) In: American Photographs in Europe. Vu University Press, Amsterdam, pp. 205-222.
“If I like many photographers, and I do, I account for this by noting a quality they share – animation. They may or may not make a living by photography, but they are alive by it.
I think for example of a friend who, when I was a young man, sometimes took pictures along country roads while sitting half up out of the sun roof of his moving car, steeringwith his feet. You couln’t argue him out of this practice because the rationale was to him so clear – the view. And aparently he was meant to do it, because over the years he went on to assemble a vast photographic celebration of Colorado life. When I hear his voice on the phone now, full of avidity even in old age, I promise myself that I will take grand, unsafe pictures.”
Robert Adams in Why People Photograph, Aperture, 1994.
Robert Adams
Books and Gravures
Light
Working Along Freeways
“Robert Adams’s black-and-white photographs document scenes of the American West, revealing the impact of human activity on the last vestiges of wilderness and open space. An underlying tension in Adams’s body of work is the contradiction between landscapes visibly transformed or scarred by human presence and the inherent beauty of light and land rendered by the camera.”
Fonte: Art:21
Art21 was founded in 1997 with the belief that contemporary visual art is of real interest and value to a broad audience. By making contemporary art more accessible through public television and the Internet, Art21 affords an intimate encounter with contemporary art and the people who make it, encouraging creative thinking and self-expression.
“O trabalho de Jorge Molder é sobre a duplicidade.
Esta duplicidade parte de uma ficção sobre um outro, personagem que o artista constrói a partir da utilização do seu próprio corpo em auto-retratos. De facto, as fotografias em que Jorge Molder usa o seu próprio corpo – ou o seu rosto – deixam de ser auto-retratos, porque a figura que neles surge não resulta de nenhuma busca de autenticidade no interior do seu autor, mas, pelo contrário, são figuras ficcionais.”
Delfim Sardo in Jorge Molder, Editorial Caminho, Lisboa.
Jonás Bel do colectivo NOPHOTO documenta a exposicão de Jorge Molder na Fundación Telefónica (2006).