Uma exposição de Jorge Molder
“O trabalho de Jorge Molder é sobre a duplicidade.
Esta duplicidade parte de uma ficção sobre um outro, personagem que o artista constrói a partir da utilização do seu próprio corpo em auto-retratos. De facto, as fotografias em que Jorge Molder usa o seu próprio corpo – ou o seu rosto – deixam de ser auto-retratos, porque a figura que neles surge não resulta de nenhuma busca de autenticidade no interior do seu autor, mas, pelo contrário, são figuras ficcionais.”
Delfim Sardo in Jorge Molder, Editorial Caminho, Lisboa.
Jonás Bel do colectivo NOPHOTO documenta a exposicão de Jorge Molder na Fundación Telefónica (2006).